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Economia

10/04/2018 14:20 OLHAR DIRETO

Governo paga hoje quase R$ 500 milhões a servidores de MT

Confirmando a expectativa, o governo de Mato Grosso quita nesta terça-feira (10) a folha de pagamento de março para todos os servidores públicos de Mato Grosso, ativos e inativos. O governador José Pedro Taques (PSDB) já tinha previsto, em entrevista coletiva nesta segunda-feira (9), no Palácio Paiaguás,  que todos receberiam hoje.
 
 A Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz) explicou que o Banco do Brasil informou que os valores estarão creditados nas respectivas contas bancárias, a partir das 18 horas. Desde janeiro, a equipe econômica do governo trabalha para colocar o pagamento até o dia 5 do mês seguinte, mas não há previsão.


Nos últimos três meses, o Governo Pedro Taques tem conseguido manter a regularidade da data do pagamento até o dia 10, conforme determina a  Constituição de Mato Grosso. Os salários de janeiro e fevereiro foram pagos no dia 9 dos meses subseqüentes ao trabalhado.
 
“A previsibilidade mensal dos últimos meses é resultado de um trabalho da Secretaria de Fazenda que vem sendo feito para aumentar a receita corrente e tornar o caixa do Tesouro menos dependente de recursos extraordinários, que são importantes, mas não determinantes ao crescimento contínuo do fluxo financeiro”, afirma o secretário Rogério Gallo, em release do Gabinete de Comunicação.
 
No mês de março a folha líquida totaliza R$ 484,706 milhões, dos quais R$ 306,864 milhões são referentes ao pagamento do pessoal da ativa e R$ 177,842 milhões ao dos aposentados e pensionistas.
 
Do total destinado aos inativos, 53,28% foram aportados pelo Tesouro, pois os recursos previdenciários não são suficientes para fazer frente a esse compromisso. Em 2017, o déficit da Previdência chegou a quase R$ 1 bilhão.
 
O secretário lembra que a intensificação de ações de cobrança de tributos tem sido importante para a efetivação da receita prevista. “Esse trabalho tem contribuído significativamente para que possamos também aportar com mais da metade dos recursos necessários para pagar os inativos. Por outro lado, ainda apresentamos dificuldades para fazer frente ao custeio da máquina pública”, explica Gallo.
 
Para atender a essa outra parte da despesa, o Governo mantém o entendimento sobre a necessidade da criação do Fundo Emergencial de Estabilização Fiscal (FEEF) para pagar fornecedores, mesmo que esses recursos sejam destinados a áreas específicas, como a da saúde.
 
Até o primeiro semestre de 2017, o governo de Mato Grosso quitava a folha salarial dentro do mês trabalhado. Mas problemas no fluxo de caixa do Estado e a brecha constitucional levaram a data para o dia  10 do mês posterior.


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