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Economia

20/06/2018 14:36 AGRO OLHAR

GNV está garantido até julho e Governo faz tratativas no exterior para resolver problema

Apenas dois postos de combustível ainda oferecem Gás Natural Veicular (GNV) em Cuiabá. Em abril a empresa Âmbar Energia, que vendia GNV vindo da Bolívia para a Petrobrás, teve seu fornecimento extinto após ter sido citada na Operação Lava Jato.
A Justiça concedeu uma liminar e a venda do combustível foi retomada, com estoque garantido até 20 de julho deste ano. Para resolver de vez esta questão o governador Pedro Taques garantiu que o Estado tem feito tratativas com o Governo da Bolívia e com a Petrobrás.
 
De acordo com o Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do Estado de Mato Grosso (Sindipetróleo), apenas dois postos em Cuiabá ainda fazem comércio de GNV, um localizado na Avenida Palmiro Paes de Barros e outro no cruzamento das avenidas General Mello e Miguel Sutil.
 
O fornecimento de GNV começou em Cuiabá em 2005, com oito postos fazendo a comercialização. Um tempo depois o número aumentou para 12 postos, mas atualmente apenas dois ainda faziam a venda.
Quem fazia a venda do GNV vindo da Bolívia era a empresa Âmbar Energia, no entanto o fornecimento foi extinto em abril depois que a empresa foi citada na Operação Lava Jato. No mesmo mês a Companhia Mato-grossense de Gás (MT Gás) obteve na Justiça Estadual uma liminar para que o único gasoduto existente no Estado, o Gasocidente do Mato Grosso Ltda., retome o transporte do gás natural adquirido pelo Estado da empresa boliviana Yaciminetos Petrolíferos Fiscales Bolibianos (outra empresa, que não foi citada na Operação Lava Jato).
 
Em entrevista à Rádio Centro América nesta quarta-feira (20) o governador Pedro Taques afirmou que o Estado tem conversado com a Bolívia para resolver de vez esta questão.


“Conversamos com o presidente da Bolívia sobre o gás, para que pudéssemos aumentar a compra firme de gás, para que o GNV pudesse ser levado ao Distrito Industrial e isto está em tratativas. No último sábado (16) o secretário de Desenvolvimento Econômico, Leopoldo Mendonça, e a Rita Chiletto, assessora internacional, estiveram no Peru tratando da questão do gás com o grupo boliviano”.


Outros empecilhos para a normalização do fornecimento de GNV são as imposições da Petrobrás. Taques também garantiu que esta questão está sendo conversada.


“O Emanuel Figueiredo, da MT Gás, também está tratando disso. Porque eles [Bolívia] tem gás, mas nós não podemos comprar o gás, com fornecimento firme, sem autorização da Petrobrás, porque este contrato vence a partir de 2019. Fui ao rio, conversei com Pedro Parente [presidente da Petrobrás] para que isso se desse, encontramos uma saída e isto está sendo tratado”.


De acordo com a GNC Brasil, empresa responsável pela compressão, transporte e distribuição de GNV aos postos, o fornecimento do combustível está garantido pelo menos até o próximo dia 20 de julho.


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