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Educação

05/12/2017 10:42 OLHAR DIRETO

Escola realiza competições de soletrando, tabuando e Olimpíadas de Matemática

Todos os anos, a partir de maio, os alunos da Escola Chave do Saber (ECSA) iniciam uma série de competições, esportivas e de conhecimento, que culminam na última semana letiva com uma grande cerimônia de premiação. São provas como "Soletrando", "Tabuando", "Olimpíada de Matemática" e jogos interclasses de Futsal e Basquetebol, que promovem a interação entre os estudantes e a busca pela superação.
 
A diretora geral da ECSA, Marcia Bezerra, explica que as competições trabalham com as crianças questões como a preparação, o esforço e o interesse por destacar-se, bem como a integração e o espírito de equipe. Mas vencer não é o mais importante de tudo, frisa. "Nosso mundo é competitivo, mas eu vejo que a competição precisa ser saudável, com respeito. Nós trabalhamos muito também a tolerância. É importante que ele venha para ganhar, mas que ele aceite às vezes que tem alguém mais bem preparado e que isso não desanime e nem diminua a autoestima, mas mostre que é possível", alerta.
 
Os vencedores, por seu lado, mostram que têm algumas fórmulas de sucesso. Janaína Faverão dos Santos, do 9º Ano A, repete o primeiro lugar desde o 6º ano no "Soletrando" e este ano não fez diferente, atribuindo, o seu bom desempenho, ao auxílio de outras pessoas. "É uma coisa muito importante para mim porque começou com minha mãe ajudando, ficando até tarde estudando, soletrando as palavras. É a dedicação e o incentivo das outras pessoas, meus amigos me incentivando a estudar, a ter calma, paciência", analisa.
 
Luise Colombo Bombarda, do 5º A Matutino, primeiro lugar no "Tabuando" e terceiro no Nível 1 da Olimpíada de Matemática da ECSA (OMECSA) reconhece: "não foi fácil ganhar". Ela atribuiu o sucesso à ajuda do avô. "Ele que me ajuda muito estudando matemática", revela a aluna que confessa gostar bastante de Matemática e não considera uma matéria tão difícil. "Se estudar não é!", brincou.
 
Outro "craque" no assunto é André Mesquita Gimenes, do 6º Ano Vespertino, que ficou em primeiro no Nível 2 da OMECSA. Em seu caso, o resultado inesperado, confessa ele, foi resultado da preparação. "Foi difícil, não fazia a mínima ideia que conseguiria ganhar. Cheguei a ficar em quarto ou quinto lugar. Estudei um dia antes da prova e uma semana antes", conta o aluno que também contou com a ajuda do reforço que faz toda terça e quinta com o professor Marcos Ferreira, na ECSA.
 
A mãe de André, claro, era só sorriso. "Estou super orgulhosa, o filhão é dedicado. Além de inteligente é dedicado. Não adianta inteligência sozinha, tem que ter o esforço. É importante ir além, aprender sempre mais, buscar. É importante e a gente incentiva", disse Letícia Rodrigues Mesquita.


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