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Educação

19/06/2018 15:42 Gazeta Digital

Alunos e professores da UFMT decidem retomar as aulas dia 25

Alunos e professores da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), revogaram a suspensão das aulas paralisadas desde o dia 9 de maio, por conta da implantação da nova “política de alimentação estudantil” que traria aumento no custo da refeição no Restaurante Universitário (RU), instalado dentro da universidade.

De acordo com a assessoria de imprensa da UFMT, durante reunião do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Consepe) da Universidade Federal de Mato Grosso, nesta segunda-feira (18), ficou definido que as aulas devem voltar ao normal da próxima segunda-feira (25), já que o reajuste das refeições ficou para ser debatido somente a partir de 2019.

A pró-eeitora de Ensino de Graduação, Lisiane Pereira de Jesus, explicou que as questões sobre o calendário acadêmico serão resolvidas pelos colegiados de cada campus.

"Eles têm autonomia para deliberar a respeito desse calendário. A Proeg tem uma comissão que faz o calendário de todos os cursos e dentro dessa comissão estão os gerentes dos campus do interior. Cada campus vai encaminhar sua proposta de calendário acadêmico de acordo com a data em que cada um paralisou suas atividades. Se for preciso que tenhamos um calendário para cada campus, teremos", afirmou a professora Lisiane Pereira.

Além da discussão sobre os valores, os universitários também cobram a transparência nos contratos da UFMT junto à empresa Novo Sabor Refeições Coletivas, responsável pela oferta dos café da manhã, almoço e jantar no RU.

A empresa tem como um dos sócios o empresário Alan Ayoub Maluf, condenado por corrupção por ser um dos operadores do esquema de fraudes em diversas licitações na Secretaria Estadual de Educação (Seduc) que ocorreram em 2015 e foram alvos da Operação Rêmora deflagrada pelo Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (Gaeco).

O contrato da empresa Novo Sabor e a UFMT foi firmado em 2014 ao valor de pouco mais de R$ 7 milhões, com previsão de encerramento em 2016. Porém, teve sua vigência ampliada e foi aditivado, neste ano, ao valor de R$ 10,8 milhões.

Contaminação no RU

O RU da UFMT de Cuiabá, foi interditado na manhã da última quinta-feira (14), após o studante colombiano Oskar Hoyos ingerir água do bebedouro e passar mal. Ele chegou a ser internado no Pronto-Socorro, mas recebeu alta no mesmo dia.

Há suspeitas de que alguém tenha colocado solvente na água propositalmente. A coordenação do RU registrou um boletim de ocorrência por sabotagem. A reitoria da Universidade convocou as autoridades policiais para investigarem o caso.

Peritos da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) coletaram amostras da água e realizam a análise do material coletado. O laudo deve ficar pronto em 10 dias.

As investigações iniciais estão por conta do delegado Walfrido do Nascimento, responsável pela 1ª Delegacia de Polícia de Cuiabá. Ele aguarda a entrega do laudo da Politec, para dar andamento ao processo. 


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