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Mundo

01/11/2017 15:38 Gazeta Digital

Cinco argentinos estão entre os mortos no atentado em Nova York

Cinco argentinos estão entre os oito mortos no atentado terrorista ocorrido na tarde de terça-feira, 31, em Nova York. O Ministério das Relações Exteriores do país confirmou a identidade dessas vítimas e informou que elas estavam nos EUA para celebrar os 30 anos de graduação em uma escola técnica de Rosário. Uma mulher belga também morreu no ataque. Durante a madrugada, o presidente dos EUA, Donald Trump, informou ter ordenado o reforço do programa de controle de estrangeiros que tentam entrar no país. "Acabo de ordenar ao Departamento de Segurança Interna o reforço do nosso programa de revisão já extremo."

As vítimas foram atropeladas pela caminhonete dirigida por Sayfullo Saipov, um cidadão de 29 anos do Usbequistão que imigrou para os EUA em 2010. Pouco depois das 15h (17h em Brasília), ele entrou com o veículo em uma ciclovia do lado oeste de Manhattan e atingiu os que estavam em seu caminho por uma extensão de quase 15 quadras. Sua trajetória foi interrompida quando o carro se chocou contra um ônibus escolar nas proximidades do World Trade Center, local do atentado terrorista de 11 de setembro de 2001.

O presidente da Argentina, Mauricio Macri, publicou no Twitter uma nota de condolência às famílias das vítimas. “Profundamente comovido com as trágicas mortes desta tarde em Nova York. Nos colocamos à disposição dos parentes das vítimas argentinas.” Pouco depois, o líder argentino postou outra mensagem: “Voltamos a fazer um chamado de paz para que esses horrores terminem”.

Além dos cinco mortos, há um ferido argentino, Martin Ludovico Marro, que estava fora de perigo no Hospital Presbiteriano de Manhattan. As vítimas foram identificadas pelo governo do país como Hernán Diego Mendoza, Diego Enrique Angelini, Alejandro Damián Pagnucco, Ariel Erlij e Hernán Ferruchi.

A única mulher morta até o momento era uma turista belga, que estava em Nova York a passeio com sua mãe e irmã. Segundo informações do jornal The Guardian, o consulado belga informou que está ajudando a família da vítima.


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