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Mundo

29/01/2018 16:08 G1

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O presidente da Argentina, Mauricio Macri, anunciou nesta segunda-feira (29) uma redução de 25% dos cargos políticos do Executivo e o congelamento dos salários de altos funcionários, que não receberão aumento este ano. Ele afirmou ainda que proibirá que qualquer familiar dos ministros possa fazer parte do governo.

Em um ato na Casa Rosada, sede do Executivo em Buenos Aires, o governante revelou que a saída dos que serão cerca de 1.000 funcionários públicos representará uma economia de 1,5 bilhão de pesos (US$ 75 milhões ou mais de R$ 240 milhões) para o governo, de acordo com a agência Efe.

"Espero que este exemplo seja seguido por todos na política argentina e convido as administrações públicas de todas as jurisdições do país a tomar medidas similares. Temos que continuar melhorando a institucionalidade, a integridade e a transparência na política", declarou.

Segundo o jornal argentino "Clarín", as medidas entram em vigor no dia 1º de março e serão aplicadas nos 22 ministérios e na chefia de gabinete da Presidência.

"Temos que dar o exemplo. A austeridade tem que partir da política", justificou o presidente. "Todos temos que ceder algo para que o conjunto ganhe. O esforço vale a pena".


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