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Nacional

04/09/2018 09:25 G1

Lava Jato cumpre mandados no Rio de Janeiro e Bahia sobre fraudes na exportação de pedras preciosas

Operação Lava Jato cumpre cinco mandados de prisão na manhã desta terça-feira (4) na Operação Marakata. Três deles são no Rio de Janeiro e outros dois na Bahia. Este é um desdobramento da Operação Câmbio Desligo. O Ministério Público Federal (MPF) e a Receita Federal investigam um possível esquema de evasão de divisas, sonegação fiscal envolvendo pedras preciosas de uma empresa que movimentou R$ 44 milhões no banco paralelo do doleiro Dario Messer, que segue foragido.

Os agentes chegaram no começo da manhã ao prédio onde mora uma das investigadas, Daisy Tsezanas, no Leblon, na Zona Sul do Rio de Janeiro. Ela foi levada pelos agentes por volta das 9h. Além dos três mandados de prisão no Rio, a PF cumpre outros seis de busca e apreensão.

 
Daisy Tsezanas foi levada pela Polícia Federal por volta das 9h desta terça-feira (4) (Foto: Felipe Azevedo/ TV Globo)

Daisy Tsezanas foi levada pela Polícia Federal por volta das 9h desta terça-feira (4) (Foto: Felipe Azevedo/ TV Globo)

 
Daisy Tsezanas encobre o rosto com a ajuda de um chapéu (Foto: Felipe Azevedo/ TV Globo)

Daisy Tsezanas encobre o rosto com a ajuda de um chapéu (Foto: Felipe Azevedo/ TV Globo)

As investigações desta fase da Lava Jato têm como base as delações de Vinícius Claret, conhecido como Juca Bala, e Cláudio Fernando Barbosa, o Tony, doleiros que foram presos no Uruguai por envolvimento no esquema de corrupção do ex-governador Sérgio Cabral.

A empresa Comércio de Pedras O S Ledo LTDA exporta pedras preciosas, principalmente esmeraldas, para países como Índia e China. De acordo com o MPF, a companhia compra as pedras na cidade de Campo Formoso, no interior da Bahia.

Gilvan da Silva Diniz foi preso em Campo Formoso. Há um mandado de prisão contra outro homem na cidade, mas ele ainda não foi encontrado

A Lava Jato suspeita que o preço declarado pelas exportações, pago oficialmente à empresa brasileira pelos compradores estrangeiros, era subfaturado. Os investigadores analisam se o excedente, que completaria o preço real da compra pelas pedras, seria pago “por fora” pelas empresas estrangeiras e transferido para os operadores da rede de offshores de Messer.

Segundo os investigadores, esta fase da Lava Jato não possui relação direta com políticos ou outros agentes públicos. O dinheiro excedente ficava no exterior e seria repatriado quando a empresa responsável pela venda das pedras preciosas precisava dele para pagar fornecedores e garimpeiros, por exemplo.


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