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Polícia

07/12/2017 13:27 Gazeta Digital

Defaz prende 16 em MT, SP e SC por sonegação milionária

Dezesseis pessoas envolvidas no esquema de sonegação Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços ( ICMS)  foram presas em Mato Grosso, Santa Catarina e São Paulo na manhã desta quinta-feira (7). Entre elas estão empresários, contadores, comerciantes e corretores. 

Com isso, a Polícia Civil conseguiu cumprir todos os mandados de prisão preventiva, além das 34 ordens de busca e apreensão e 9 conduções coercitivas, expedidos pela Vara do Crime Organizado (7ª Vara) de Cuiabá. Os mandados foram cumpridos nas cidades Cuiabá, Várzea Grande, Campo Verde, Rondonópolis, Sorriso, Barra do Garças e Indaiatuba (SP), São Paulo (SP).

A investigação, conduzida pela Delegacia Especializada em Crimes Fazendários e Contra a Administração Pública (Defaz), apurou que as fraudes na comercialização de grãos como (como milho, algodão, feijão, soja, arroz, milho, sorgo, painço, capim, girassol e niger) sonegou mais de R$ 140 milhões em ICMS. Ao todo foram movimentados 2,1 bilhões desde o ano de 2012, por 30 empresas fantasmas.

Conforme a Sefaz autuava as irregularidades, as empresas iam fechando e os proprietários criavam novas empresas em nome de outras pessoas, os chamados "laranjas". 

Todos os alvos tiveram R$ 100 mil bloqueados das contas bancárias, um total de mais de R$1 bilhão bloqueado. Além disso, o registro das empresas também foram bloqueados pela Secretaria de Fazenda (Sefaz) para impedir que continuem operando. Foram identificadas 30 empresas "fantasmas" que articulavam a venda de grãos (como milho, algodão, feijão, soja, arroz, milho, sorgo, painço, capim, girassol e niger).

O inquérito policial foi instaurado no dia 9 de fevereiro deste ano, após informações encaminhadas pela equipe técnica da Sefaz, para apurar suposta organização criminosa, que mediante documentos ideologicamente falsos e articulada para a comercialização de grãos, estava promovendo a sonegação de ICMS, gerando enorme dano aos cofres públicos do Estado de Mato Grosso. A operação foi denominada de "Crédito Podre".

Alvos que tiveram mandados de condução coercitiva.


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