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Polícia

12/06/2018 14:43 OLHAR DIRETO

Delegado registra boletim de ocorrência contra vice-presidente do Sindpeco por calúnia e difamação

O delegado Christian Alessandro Cabral, titular da Delegacia Especializada de Delitos de Trânsito (Deletran), registrou um boletim de ocorrências na manhã desta terça-feira (12), denunciando o vice-presidente do Sindicato dos Peritos Oficiais Criminais de Mato Grosso (Sindpeco) por calúnia e difamação após declarações dadas durante a coletiva de imprensa do sindicato, realizada nesta segunda-feira (11), onde afirmaram que o parecer técnico solicitado pelo delegado foi plagiado. A denúncia foi baseada em uma notícia veiculada pela imprensa.


Por volta das 10h de hoje (12) o delegado Christian Cabral registrou o boletim de ocorrências, onde narra que na coletiva de imprensa do Sindpeco, realizada às 16h de ontem (11) no Hotel MT Palace, o vice-presidente do sindicato teria afirmado que o delegado “cometeu crime quando pediu laudo a uma empresa privada, antes mesmo da análise das imagens do atropelamento pela Politec ser encaminhada à delegacia” e que “pelas regras do processo penal, ele não poderia ter feito este pedido”.


O delegado afirma que o vice-presidente do Sindpeco imputou falsamente a ele a prática de ato criminoso, além de ofender sua reputação. A denúncia, no entanto, foi baseada em uma notícia veiculada pela imprensa.
 

O Sindicato dos Peritos Oficiais Criminais de Mato Grosso (Sindpeco) concedeu uma entrevista coletiva, nesta segunda-feira (11) e acusou a empresa Forense Lab, especializada em perícias e consultoria jurídica, de ter plagiado um laudo de 2014, de um caso ocorrido em Sapezal (529 quilômetros de Cuiabá).


A categoria pretende ir ao Ministério Público Estadual (MPE) para fazer representação pela suposta cópia. Em resposta, a empresa afirma que seguiu metodologia padrão e questionou o foco da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) em rebater um laudo, ao invés de realizar o trabalho para determinar a velocidade do veículo: “Estava parado há dois meses”.


O presidente do sindicato, Antônio Magalhães, afirmou também que um laudo privado só poderia ser pedido pelo Ministério Público Estadual ou pelo Judiciário, e que neste caso nem mesmo a Polícia Civil o solicitou, foi o próprio delegado.


Por fim, ainda voltaram a afirmar que o delegado Christian Cabral, da Delegacia Especializada em Delitos de Trânsito (Deletran), teria interpretado o laudo de forma equivocada: “Não foi dito que estava a 30km/h”.

 

Leia a narrativa do documento:

 


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