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Política

07/12/2017 14:53 RDNews

Maioria da bancada federal de MT não define voto para reforma da Previdência

maioria da bancada federal de Mato Grosso se mantém indecisa acerca da votação da reforma da previdência proposta pelo governo federal, que pressiona para colocar o projeto em votação na semana que vem. O levantamento foi feito pelo site do jornal Folha de São Paulo.

De todos os entrevistados, apenas os deputados federais Victório Galli e Xuxu Dal Molin (ambos do PSC), que está na vaga de Adilton Sachetti (sem partido), se mostraram favoráveis à proposta. Já Ságuas Moraes (PT) sempre se posicionou contra as reformas do governo federal.

Valtenir Pereira (PSB) e Ezequiel Fonseca (PP) admitem que vão seguir a orientação partidária. O socialista, que apesar de ter proximidade com o Governo Michel Temer (PMDB), por ser ex-peemedebista, deve votar contra, uma vez que o PSB desembarcou da base.

Ezequiel disse que deve votar favorável, visto que o PP ocupa ministérios, inclusive, com o ministro da Agricultura Blairo Maggi. Entretanto, pretende postergar a votação para ano que vem, pois avalia que necessita de uma discussão melhor. “Precisamos discutir mais um pouco. Há impasse acerca de equiparação salarial de membros do Ministério Público, precisamos entender mais sobre outras questões”, disse o progressista acrescentando que o partido está dividido sobre a reforma.

À Folha de São Paulo, Nilson Leitão (PSDB) diz estar na lista dos indecisos, entretanto, em reportagem o tucano se mostra favorável independentemente se o partido sairá ou não da base governista. Segundo o parlamentar, o PSDB é parceiro para aprovar a reforma.

Carlos Bezerra (PMDB) e Fabio Garcia (sem partido) não se manifestaram à matéria da Folha. A assessoria do peemedebista disse que o parlamentar estava aguardando um posicionamento da bancada para anunciar seu voto. Apesar da cautela, Bezerra deve votar a favor da reforma proposta governo do qual faz parte. Já Fabio não retornou a ligação.

Para ser aprovada, a reforma precisa ter aval de 308 dos 513 deputados em dois turnos de votação na Câmara e mais em dois turnos no Senado.

A nova versão da reforma da Previdência apresentada pelo governo mantém uma regra de transição que permitirá que as pessoas se aposentem antes da idade mínima prevista pela nova proposta, de 62 anos para mulheres e de 65 anos para homens. O novo texto, entretanto, apresenta regras mais rígidas para o servidor público na comparação com outros trabalhadores. 


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