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Política

08/02/2018 14:59

Sete meses após criação da Sec 300, 'projetos estratosféricos' ainda não saíram do papel

Um museu de cera e uma torre com restaurante giratório no topo estavam na lista de obras a serem realizadas pela Secretaria Extraordinária dos 300 anos, que foi criada em agosto de 2017, com o único objetivo de organizar a cidade até o dia 8 de abril de 2019. Nestes sete meses de trabalho, no entanto, poucos dentre estes projetos estratosféricos saíram, efetivamente, do papel.

Dentre estas promessas, estavam ainda: Memorial Cuiabá 300 anos; Requalificação do Morro da Luz; Requalificação do Mercado Municipal; Construção do Marco São Gonçalo Beira Rio 300 anos; Projeto Centro Geodésico da América do Sul; Museu Dutrinha; Revitalização Lagoa Encantada (Córrego do Caju); Revitalização Horto Florestal – 25 hectares; Orla Esquerda do Porto; Cais do Porto; Clube Dom Bosco; Mercado Miguel Sutil; Construção de nove parques (Parque do Caju – 20 hectares; Parque Orla São Gonçalo – 00,30 hectares; Parque Dante de Oliveira – 25 hectares; Parque do Moinho – 22,45 hectares; Parque Industrial – 19,54 hectares; Parque Residencial Coxipó – 35,50 hectares; Parque Ibama – 15,50 hectares; Parque Campo do Bode – 25 hectares e Parque Bosque da Vida – 8,72 hectares) e ações como BusTour; Times Square Cuiabana; Cidade das Artes; Relógios comemorativos (Prainha, Orla do Porto e Parque das Águas); Cine Pedal; Embaixador cuiabano no mundo; Selo Cuiabá 300 anos; Programa Na Medida; Contar a História de Cuiabá em história em quadrinhos; Parceria criação de rótulo de cerveja e Cow Parade.


Nestes sete meses desde a criação da Sec 300, um dos únicos programas que teve investimentos efetivos foi o ‘calendário cultural’, com as festas de Natal, Ano Novo e Carnaval realizadas pela pasta em parceria com a iniciativa privada. Segundo Junior Leite, em breve as pessoas poderão ver as obras em funcionamento.


Algumas iniciativas, no entanto, chegaram muito perto de ser efetivadas, como os ‘bus tour’. Em setembro de 2017, a Prefeitura lançou um projeto de passeio turístico, com crianças da rede pública (veja AQUI), para conhecer o Centro Histórico. Hoje, no entanto, estes ônibus estão parados, segundo o secretário, por problemas legais. “Nós tivemos um problema legal agora na procuradoria, sobre a questão da legalidade desse ônibus. Precisou-se fazer uma pesquisa nacional pra saber como é o método usado em outros lugares, achamos o método mais adequado para que possa não dar nenhum problema nem pra empresa que ficar responsável e nem pra administração, e agora logo depois do carnaval nós devemos lançar o chamamento para o ônibus para o bus tour”.


Além deles, outro projeto que deve ter o edital lançado nos próximos dias é o dos relógios comemorativos, que segundo Junior já tem empresas interessadas. Todos os outros, no entanto, ainda estão ‘em discussão’. “A Secretaria dos 300 anos é uma secretaria-meio, ou seja, ela não executa. Nós estamos acompanhando todos os projetos, estou praticamente toda semana em Brasília, acompanhando todos os projetos dos viadutos, da trincheira, da torre giratória, que já estamos contratando...”, garantiu. “Na medida em que a gente sair dessa fase burocrática, que é a fase de licitação, contratação, recursos, a coisa vai aparecer um pouco mais”.


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