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Política

10/07/2018 09:28 Folha Max

Deputado alerta juíza que não existe coligação de "garças brancas"

O presidente regional do PSL, deputado federal Victório Galli (PSL), destacou que o partido não pode ser radical e descartar alianças com siglas da qual a pré-candidata ao Senado, juíza aposentada, Selma Arruda, discorde. Ele explica que não existe uma coligação só de “garças brancas”, senão teria que lançar um palanque único só com membros do PSL.

“A gente não pode ser tão radical neste sentido. Porque se a gente olhar em todo segmento vai ter uma situação errada no meio, nas igrejas também tem isso, igreja evangélica, igreja Católica. Será que a gente vai ter um palanque só de garça branca? Temos que ir para um palanque que a gente se encontre mais confortável possível, não radicalizar totalmente essa situação”, colocou o deputado federal em entrevista a Rádio Capital FM.

A aliança entre PSL e PR no Estado seria um desejo dos diretórios nacional das legendas. Isso porque, o deputado federal Jair Bolsonaro (PSL) deve ser candidato a presidente da República tendo como vice o senador Magno Malta (PR-ES).  “Estou com responsabilidade de apresentar um palanque para Jair Bolsonaro (presidenciável) aqui no estado, ver a questão da viabilidade da nossa candidatura e de outros companheiros a federal. Nós tempos a senadora Selma, e tempos um bloco para estadual, uma chapa que estamos construindo aonde temos 40 candidatos. Temos que pensar em todos”.

Selma revelou na última semana que não se aliaria a coligação do pré-candidato ao governo Wellington Fagundes (PR) pelo fato do grupo contar com o MDB, que tem alguns membros acusados de corrupção. Segundo a juíza aposentada, caso a aliança seja firmadas entre PSL, PR e MDB, ela retira sua candidatura. 

Porém, o deputado federal reconheceu que, além do MDB, a presença do PC do B na coligação do republicano dificulta a aliança. A orientação do diretório nacional do PSL é de não firmar coligações com legendas de esquerda. “Isso teremos que ver com o Wellington Fagundes. Ele que vai ter que fazer essa escolha”, pontuou.

Galli destacou que, além do projeto majoritário com Bolsonaro e com Selma Arruda, o PSL em Mato Grosso deve buscar espaço numa coligação para manter seu espaço na Câmara dos Deputados. Isso porque, é pelo número de parlamentares na Câmara dos Deputados que é calculado o tempo de televisão de cada legenda para as próximas eleições, bem como o fundo partidário.

Neste sentindo, destaca que as chapas em torno de Wellington Fagundes e de Pedro Taques seriam as favoráveis a sua reeleição. “Se eu olhar só pra mim, é essa (chapa) composta com Wellington Fagundes. A do Pedro Taques não está ruim não, mas tenho que ver que não é só para mim. No PSL, ainda temos 40 candidatos a estadual e a decisão será conjunta”, comenta Galli.


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