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Política

08/02/2019 10:32 OLHAR DIRETO

'O que nos uniu foi a defesa dos servidores e dos direitos da população', diz Lúdio sobre bloco com PSL e MDB

Em articulação desde o início desta semana, deputados estaduais que representam defendem bandeiras do funcionalismo público criaram o Bloco Parlamentar batizado de ‘Resistência Democrática’, contando com a composição de seis parlamentares de partidos considerados rivais, pelo menos nacionalmente.


Estão no mesmo PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro, o PT, do ex-presidente Lula, e o MDB, que assumiu a Presidência da República com Michel Temer, após o impeachment da ex-presidente Dilma. 

O bloco conta com a vice-presidente da Assembleia Legislativa, Janaína Riva (MDB), Valdir Barranco (PT), Lúdio Cabral (PT), Delegado Claudinei Lopes (PSL), João Batista (Pros) e Elizeu Nascimento (DC).


Em entrevista a, o deputado Lúdio Cabral explicou que os seis parlamentares se uniram por defenderem pautas em comum, como a defesa de serviços públicos de qualidade e dos funcionários públicos, que segundo ele, estão sendo duramente penalizados pelo governador.


“A composição do bloco não leva em consideração o aspecto ideológico nacional. Ela é pautada na realidade estadual e no perfil de atuação do deputado. É um bloco que tem quatro servidores públicos e dois deputados que atuaram de forma consistente na defesa dos servidores e do serviço público na legislatura anterior”, explicou o petista, que é médico e servidor público da prefeitura de Cuiabá há 23 anos.


“O que nos uniu no bloco é esta perspectiva de defesa do serviço público de qualidade, a defesa dos servidores e a defesa dos direitos que a população tem, que é uma pauta que o PT trás com muita força”, esclareceu.


O bloco pretende indicar Lúdio para a Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR), Janaina Riva para Comissão Orçamentária e Valdir Barranco para Comissão de Educação. Os três deputados da ‘bancada da bala’, Elizeu Nascimento, Claudinei Lopes e João Batista devem ser indicados para comissões da Segurança Pública.


“O bloco que estamos construindo vai agrupar oposição com deputados independentes para poder, no parlamento, defender uma pauta que é da qualidade dos serviços públicos, da defesa dos direitos que a população tem e que são de responsabilidade do Estado. O PT é uma bancada de oposição do Mauro Mendes, mas temos apenas dois deputados e não teríamos número suficiente enquanto bancada para compor as comissões permanentes, que é o espaço mais importante do parlamento, além do plenário. Para isso existe a possibilidade da formação dos blocos partidários”, finalizou.


O regimento interno da Assembleia Legislativa estabelece critérios para composição das comissões permanentes e para composição das comissões especiais, dentre elas, as Comissões Parlamentar de Inquérito (CPI), quando existir.


As ocupações destes espaços nas comissões dependem do tamanho das bancadas e cada bancada precisa ter no mínimo quatro deputados para ter condições de indicar nomes para as vagas nas comissões.


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