26 de Junho de 2019

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Terça-feira, 11 de Junho de 2019, 15h:18 - A | A

OPERAÇÃO SEVEN

Justiça dá acesso a provas sobre desvio de R$ 7 milhões à Receita Federal

Pedidos estão sendo feitos à justiça para embasar ações da Equipe Regional de Fiscalização de Combate à Fraude

O Livre

Foto:Ednilson Aguiar/ O Livre

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A justiça mato-grossense atendeu a mais um pedido da Superintendência Regional da Receita Federal e autorizou o compartilhamento de provas que apontaram desvios milionários dos cofres do Estado. Dessa vez, o pedido – e a autorização – foram feitos pela juíza Ana Cristina Silva Mendes, da 7ª Vara Criminal de Cuiabá, no âmbito da Operação Seven. A decisão é do dia 6 de junho.

No processo em questão, são réus o ex-governador Silval Barbosa, o ex-secretário de Estado Pedro Nadaf, e ainda Chico Lima, Filinto Correa da Costa, Afonso Dalberto, Arnaldo Alves de Souza Neta, José de Jesus Nunes Cordeiro, Wilson Gambogi Pinheiro Taques, Cláudio Takayki Shida e Francisval Akerley da Costa.

O pedido para compartilhamento de provas foi feito no início de abril e recebeu manifestação favorável por parte do Ministério Público do Estado.

Além das provas contidas no âmbito da Operação Seven, a Receita Federal também pediu acesso a outros casos, como a Operação Sodoma, que apurou esquema de corrupção e lavagem de dinheiro em Mato Grosso.

A ideia é que os documentos possam servir para os trabalhos da Equipe Regional de Fiscalização de Combate à Fraude da 1ª Região Fiscal.

Seven

A ação foi movida pelo Ministério Público do Estado, ainda em 2016, por organização criminosa e peculato.

Com duas fases, deflagradas pelo Grupo de Atuação Especial e Combate ao Crime Organizado (Gaeco), o objetivo era apurar esquema de desvio e lavagem de dinheiro, por meio de fraude em processo de desapropriação de uma área rural, durante a gestão do ex-governador Silval Barbosa.

Conforme o MPE, o grupo criminoso, formado por 13 pessoas, teria causado um rombo de R$ 7 milhões, ao fazer a aquisição de um imóvel de 721 hectares, de propriedade de Filinto Corrêa da Costa, por um valor superfaturado em R$ 4 milhões. Contudo, o mesmo terreno já teria sido “comprado” pelo governo do estado anos antes.

 
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